Pelo interesse relevante do artigo deixamos aqui a ligação para um artigo publicado no Expresso, em 21 fevereiro 2026 20:48, a propósito do novo MAI.
Transcreve-se a parte associada à ANSG:
*A Associação Nacional dos Sargentos da Guarda (ANSG) considerou “inédito” que, pela primeira vez, “um polícia assume a tutela política da Administração Interna”, sublinhando que Luís Neves conhece as polícias “mas o verdadeiro teste será político”.
“A Associação Nacional dos Sargentos da Guarda saúda a nomeação de Luís Neves para ministro da Administração Interna, considerando tratar-se de um momento inédito: pela primeira vez, um polícia assume a tutela política da Administração Interna”, referiu a ANSG, num comunicado enviado à Lusa, avançando que “a expectativa é elevada”, mas que o seu sucesso “dependerá do peso e da autoridade que o primeiro ministro lhe atribuir no seio do Governo”.
Os sargentos da GNR esperam que “a sua sensibilidade” se traduza em “medidas concretas: vencimentos condignos, valorização da condição militar e reposição de direitos retirados, que são as compensações legítimas dessa condição: nas áreas da saúde, alojamento, transportes e cálculo das pensões de reforma”, indicou a associação.
A ANSG salientou ainda que os militares da GNR “precisam finalmente de um ministro que os ouça e tenha a determinação e coragem necessárias para negociar com seriedade a melhoria das suas condições profissionais”.*
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