Transcrevemos aqui um artigo publicado no JN em 30 de novembro, 2025 às 16:47, remetido pelo nosso Presidente Ricardo Rodrigues, sobre o posicionamento da ANSG atenta a matéria em causa.
Recomendamos a sua leitura.
“A GNR é uma instituição composta por vinte e três mil pessoas, a instituição do Estado com maior dimensão estrutural, cujo papel e responsabilidade são reconhecidamente fundamentais para a segurança de Portugal e dos seus cidadãos, um pilar do regular funcionamento das instituições democráticas.
Os militares que servem na GNR sempre foram – e continuarão a ser – uma referência de disciplina, rigor, espírito de sacrifício e abnegação pela causa pública, possuidores de uma conduta ancorada no respeito pela Constituição da República Portuguesa, pelas leis e pelos direitos humanos.
Os Sargentos da GNR repudiam qualquer ato de índole criminal, sobretudo quando cometidos por elementos das forças de segurança. Infelizmente, nenhum setor de atividade está imune à possibilidade de ter nos seus quadros profissionais suspeitos de comportamentos desviantes.
Respeitando, naturalmente, o direito à presunção de inocência e ao bom nome das pessoas detidas no âmbito da Operação “Safra Justa”, cabe à GNR aguardar pela ação da Justiça, esperando que os factos sejam apurados até às últimas consequências e que, existindo comportamentos censuráveis do ponto de vista criminal, sejam os seus autores exemplarmente condenados nesse âmbito, bem como em sede disciplinar própria – para a qual a GNR e o MAI possuem mecanismos adequados para punir e afastar aqueles cuja conduta é contrária ao compromisso de honra assumido para com o País e os seus cidadãos.
Não pode, obviamente, o comportamento isolado de alguns manchar o bom nome desta instituição secular, nem esse facto beliscar o respeito pela conduta irrepreensível das mulheres e homens que, com sacrifício pessoal, garantem em permanência a segurança do País, desempenhando um papel determinante no sistema de segurança interna. Caberá ao Estado e às instituições tirar ilações que permitam evitar situações semelhantes no futuro.”
Dignificação e Profissionalismo.
Link para a notícia original https://www.jn.pt/opiniao/artigo/nao-confundir-a-arvore-com-a-floresta/18025603









