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Manifesto

Caros Camaradas Sargentos,

Em resultado da reunião realizada a 17 de Janeiro por iniciativa da Associação Nacional de Sargentos da Guarda, estiveram presentes todas as associações sócioprofissionais da Guarda Nacional Republicana, onde resultou do consenso e união dos militares um manifesto vertido no comunicado que lhes levamos a conhecimento e divulgação publica. 

“Pela 1.ª vez todas as associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana reuniram à mesma mesa, com o intuito debater a forma despudorada como a tutela tem vindo a desrespeitar e colocar em causa a condição do militar da GNR, nomeadamente nos ataques às compensações subjacentes à permanente disponibilidade, penosidade, salubridade e perigosidade da missão desenvolvida.

Relativamente às propostas de aumento das contribuições para o subsistema de saúde, as associações manifestam a sua indignação face à forma ilegítima, pouco séria e imoral, como o governo se prepara para colmatar o chumbo do Tribunal Constitucional, com recurso à penalização do subsistema de saúde dos militares da Guarda.

As associações ressalvam a crescente indignação no seio dos militares da Guarda, que faz perigar o zelo, inclusive a acção de garante da Constituição e Fiscalização das Leis da Republica, não podendo a tutela demitir-se das consequências dai resultantes. No entanto as associações socioprofissionais esperam que o bom senso venha a prevalecer. “

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Manifesto (2)

Associação de Profissionais da Guarda - APG

Associação Nacional de Sargentos da Guarda - ANSG

Associação Socioprofissional Independente da Guarda - ASPIG

Associação Nacional de Oficiais da Guarda – ANOG

Associação Nacional de Guardas – ANAG

 

Os militares da Guarda Nacional Republicana recusam ser instrumentalizados, pelas posições que assumem na salvaguarda e defesa dos seus superiores interesses. Esta é a conclusão retirada da 2ª reunião conjunta, realizada pelas Associações Socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana no final da semana passada.

As Associações Socioprofissionais da Guarda alertam e reiteram a sua preocupação, relativamente ao mau estar e o limiar do descontentamento que, se verifica no seio da família do militar da GNR.

Em causa dessa latente tensão, é apontado o ataque de empobrecimento forçado e vulgarização discriminada da condição de militar, substanciada nos cortes das remunerações e suplementos, a desagregação das funções, bem como na degradação das condições de trabalho, exponenciada na indiferença revelada por parte da tutela quanto à permanente disponibilidade e penosidade da missão exigidas aos militares, factores que visam premeditadamente degradar a moral e comprometer a fiscalização das Leis.

 

 

Comunicado do Presidente da direcção

Caros Camaradas,

Passados 13 anos da sua criação, a ANSG pode olhar com orgulho para a sua história,convictos de que poderá através da união em torno de objectivos institucionais comuns, contribuir na defesa da nossa instituição e da categoria de Sargentos.

 

A nova Direcção resultado da convergência de vontades e de uma trajectória construída pelos antecessores, assume o compromisso da representação de todos elementos da Categoria, faremos o presente dia-a-dia, e com certeza continuaremos a preservar a identidade do militar Sargento em conformidade com a sua divisa “Dignificação e Profissionalismo”.

 

Camaradas, ao assumir a Presidência da Direção da Associação Nacional de Sargentos da Guarda é ao mesmo tempo uma honra e um desafio.

É uma honra por representar todos os Sargentos, e um desafio sobretudo tendo em conta os momentos de grandes incertezas e angustias, mas, com o circulo de confiança que se estabelecerá estou certo que se desenvolverá as sinergias para as contrariar, devendo ter sempre presente que um regime representativo deve-se gerar continuadamente.

 

Dignificação e Profissionalismo

 

O Presidente da Direcção

José Eduardo Moura Lopes

GNR acusa Executivo de favorecer PSP

28-08-2013

Os profissionais da GNR acusam o Ministério da Administração Interna de estar a favorecer a PSP. Em causa estão os dois milhões de euros dados àquela força policial, contra apenas 500 mil atribuídos à GNR.

O presidente da Associação Nacional de Oficiais da GNR, José Dias, afirmou ao DN que "esta distribuição é incompreensível", adiantando que "não se percebe qual é a aposta do Ministério na segurança rodoviária, quando a GNR tem uma muito maior área de acção e ainda mais quando está previsto reactivar a brigada de trânsito".

Dos critérios que terão originado esta decisão fazem parte um maior registo de sinistralidade na PSP, em comparação com a GNR, uma maior produtividade da Polícia na utilização dos meios e um maior número de verbas obtido com multas.

No entanto, estes não 'convencem' José Dias, que pede uma explicação ao Ministério de Miguel Macedo sobre "o porquê desta decisão", exigindo que divulgue "a situação orçamental da PSP".

Contactado pelo DN, um porta-voz da PSP assegura que o dinheiro vai servir para "adquirir 224 veículos, num total aproximado de 6,4 milhões de euros", destinando-se estas viaturas "a diferentes áreas operacionais", com destaque para "a segurança rodoviária".

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Wednesday the 13th. Associação Nacional de Sargentos da Guarda Nacional
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